Proteja-se da Infecção Urinária



Apesar de parecer uma doença simples, a infecção do trato urinário exige tratamento com antibióticos e cuidados diários com a higiene íntima


Dor e ardência ao urinar, sensação de estar com vontade de fazer xixi o tempo todo, urina com cheiro forte e incômodo no ventre são alguns dos principais sintomas da infecção urinária. A doença, que atinge mais as mulheres, é causada pela presença de microorganismos no sistema urinário, como a uretra, bexiga, ureter e os rins. Apesar de ser facilmente curada, quando não tratada de forma correta, pode levar, em casos mais sérios, a problema nos rins, obrigando o paciente a fazer tratamento de hemodiálise e até a retirar o órgão.

O acesso dos microorganismos ao sistema urinário acontece, geralmente, pela uretra, o primeiro órgão do trato urinário, onde as bactérias podem se instalar ou avançar para outras regiões, como a bexiga e os rins. Em alguns casos, a doença pode ser causada por vírus ou fungos, mas segundo o nefrologista e médico do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), Roberto Galvão, cerca de 90% dos casos acontece devido à bactéria Escherichia coli.

Entre os sintomas que causam a infecção urinária estão a dificuldade ou urgência para urinar, ardor miccional, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, gotejamentos de pequenas quantidades de sangue a até mal-estar e febre. Além dos sintomas, hábitos do dia a dia também podem colaborar para o aparecimento da doença. “Segurar a urina por muito tempo, ir pouco ao banheiro e ingerir pouco liquido podem ajudar no surgimento da infecção”, afirma Galvão

A estudante de artes cênicas, Gabriela Zenaro, de 21 anos, é exemplo de quem sentiu todos os sintomas da infecção e ainda possuía os hábitos que colaboravam para que a doença surgisse com mais frequência. “Passava muitas horas do dia sentada, não bebia água e não sentia a necessidade de ir ao banheiro. Tive a presença de sangue na urina, ardência e vontade freqüente de ir ao banheiro”, conta.

Mais comum em mulheres, a infecção urinária surge nelas pela própria anatomia da mulher. Como a uretra feminina é mais curta e está próxima de regiões que podem contaminar o trato urinário, como a vagina e a região anal, o risco de ter a doença é maior. Por isso, os cuidados com a higiene íntima são essenciais para quem nunca teve a doença e para aquelas que já apresentam o quadro clínico com freqüência. “É necessário que a limpeza da vagina sempre aconteça de “frente para trás” e que as roupas íntimas sejam, de preferência, de algodão, pois facilitam a respiração da região”, explica Galvão.

Além das causas bacterianas, é comum algumas mulheres apresentarem infecção urinária após alguns dias em que teve relações sexuais, neste caso, é indicado tomar muita água e urinar após o sexo. “Infecção urinária não é DST. A doença surge espontaneamente quando uma bactéria atinge o sistema urinário por contaminação direta de bactérias existentes no corpo. A infecção não é transmissível e se desenvolve, pois o pH da mulher fica alterado após a relação”, afirma Galvão.

Embora seja mais comum em mulheres, a infecção urinária também aparece nos homens, porém é mais comum durante a infância. “Na primeira década de vida, os meninos são mais vulneráveis pela maior prevalência de más formações congênitas no sexo masculino”, afirma Roberto Galvão. “Quando mais velhos, os homens voltam a apresentar mais infecções por causa de problemas ligados à próstata”, completa.

No caso de crianças e idosos, que também podem apresentar o quadro de infecção urinária, os sintomas da doença mudam, já que nessa idade os sinais clássicos são menos comuns e dão lugar à sonolência, irritabilidade e queda do estado geral. Pacientes com pedras nos rins, doença renal policística, transplantados ou portadores do vírus do HIV, também estão mais vulneráveis e podem ter infecção urinária com mais facilidade.

Tratamento

Para quem apresentar os sintomas da doença, basta procurar um médico, que solicitará, caso necessário, um exame comum de urina e uma urocultura, processo que ajudará a detectar a presença de microorganismos localizados na urina.

Para os pacientes que apresentarem infecção urinária simples, o tratamento pode ser feito em casa a base de antibióticos prescritos pelo médico, que ajudarão na eliminação da doença. Nos casos em que a infecção urinária é freqüente, a recomendação é fazer uma avaliação com um nefrologista ou urologista. “Nas chamadas infecções urinárias de repetição, o paciente deve fazer uma avaliação clínica completa para identificar os possíveis fatores de risco”, afirma Roberto Galvão.

A infecção urinária é uma doença simples de ser tratada, porém, se não é feita de forma correta, pode levar a problemas sérios. A infecção pode evoluir para a sepse urinária, onde o paciente pode ter febre, queda importante do estado geral e da pressão arterial, além de taquicardia, o que leva a necessidade de imediata hospitalização. Em casos extremos os rins podem ser atingidos e parar de funcionar, o que pode colocar a vida do paciente em risco.







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Governo garante auxílio às mulheres que precisam trocar próteses dos seios



Ao todo, 371 hospitais do SUS espalhados pelo Brasil atenderão pacientes que necessitam retirar próteses das marcas PIP e Rófil, que utilizavam silicone industrial
        

Nos últimos meses, as brasileiras que possuem próteses de silicones para os seios ficaram em alerta, principalmente, se a marca utilizada era francesa. Toda a repercussão aconteceu após a descoberta que os produtos da marca francesa Poly Implant Prothèse (PIP) eram produzidos com materiais impróprios, o que causou a suspeita de que os implantes possuíam uma taxa de ruptura mais alta em comparação com próteses de outras marcas, além de serem preenchidos por um gel que poderia causar câncer.

Após as investigações, o fundador da PIP admitiu ter usado silicone adulterado e não-testado nas próteses. Mas o que aumentou a preocupação das mulheres com implantes e fez o caso ganhar destaque, foi à morte de uma francesa, que teria morrido por causa de um linfoma causado pela ruptura da prótese. Com isso cerca de 25 mil brasileiras que possuem silicones da PIP, preocupadas com a sua saúde, passaram a buscar soluções para os seus casos e o que deveriam fazer para não ter nenhum problema com o implante.

Em entrevista para a equipe da UNESP (Universidade Estadual Paulista) o médico especialista em cirurgia plástica, Aristides Palhares fez sua advertência sobre o problema com os implantes mamários de silicone. “Uma vez que se sabe que o silicone é de baixa qualidade não tem porque ficar com a prótese e correr risco de desenvolver problemas, seja de ruptura de prótese ou até a eventual possibilidade da formação de um tumor”, explica.

A necessidade da troca de todas as próteses da PIP e também das mulheres que usaram os silicones da marca holandesa Rófil, fez com que o governo brasileiro garantisse a cirurgia reparadora gratuita em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). Pacientes que fizeram a cirurgia por fins estéticos e em clínicas particulares também poderão ser atendidas no SUS e terão suas novas próteses custeadas pelo governo. Mulheres com histórico de câncer deverão fazer a troca dos implantes mamários mesmo sem apresentar problemas, além disso, serão as primeiras na fila de cirurgias.

Caso a mulher não apresente histórico de câncer, antes da retirada da prótese será necessário realizar exames médicos e uma avaliação clínica de um médico do serviço público que ateste a necessidade da retirada do silicone. Ao todo, 371 hospitais do SUS presentes nos 26 estados do país e no Distrito Federal realizaram os exames e a cirurgia.

Para as mulheres que passaram pela avaliação clínica e as próteses não apresentam nenhuma ruptura, a cirurgia será aguardada e a paciente monitorada por um programa de acompanhamento para as mulheres que tem implantes da PIP ou Rófil. Após três meses dos primeiros exames, o SUS deve fazer uma nova análise das próteses.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), José Horácio Aboudib, o mais indicado para as mulheres que possuem as próteses das marcas que apresentaram problemas é procurar o médico que colocou o implante e fazer uma análise da situação da prótese, para depois decidir se a remoção precisa ser feita ou pode esperar.

Riscos

Apesar do implante de mama existir há mais de cinco décadas, os riscos para quem deseja colocar próteses nos seios continuam. Os mais comuns são o risco de ruptura, infecção e endurecimento da prótese. Na entrevista para Unesp, Aristides Palhares falou sobre outro problema do implante mamário. “O paciente que vai colocar silicone tem de saber que a prótese precisa eventualmente ser trocada, então não dá para acreditar que aquele implante vai durar a vida inteira, principalmente nos pacientes mais jovens”, afirma.

Para José Horácio Aboudib, a mulher deve ficar sempre atenta a qualquer diferença e procurar o seu médico caso perceba algo de errado no implante.  Além disso, é fundamental observar a necessidade de trocar as próteses com o passar do tempo. “Mesmo que não aconteça nada, após dez anos do implante a mulher deve voltar a procurar o seu médico para a análise da sua prótese”, afirma.

Mesmo com a necessidade da troca das próteses, as brasileiras não parecem intimidadas quando o assunto é silicone nos seios. Segundo pesquisa da SBCP realizada em 2009, aproximadamente 100 mil mulheres colocaram próteses nas mamas, o que fez do Brasil o segundo país do mundo com cirurgias desse tipo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Nem mesmo os recentes problemas da PIP e da Rófil diminuíram a vontade das brasileiras em colocar próteses nos seios. Clínicas que fazem a cirurgia plástica em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro continuam atendendo o mesmo número de pacientes e dizem que a procura de mulheres interessadas em fazer a cirurgia não diminuiu após as recentes queixas.



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Correr: um esporte que exige força de vontade e preparação



Apesar de parecer uma prática física fácil, tênis e roupas adequadas, tempo para treinar e boa alimentação são essenciais para unir saúde e condicionamento

O número de pessoas que praticam corrida no Brasil cresceu nos últimos anos, assim como as provas de ruas organizadas, o que fez o esporte ganhar mais adeptos no país. Na maioria dos casos, os praticantes começam a correr para perder peso, manter a boa forma física e melhorar a qualidade de vida. Além disso, os benefícios se estendem para a saúde cardiovascular, o sistema ósseo e na melhoria da circulação sanguínea, que ajuda no combate a celulite

Mas para começar a correr não basta força de vontade e empolgação, alguns cuidados devem ser tomados antes de praticar a atividade. O primeiro passo para quem deseja correr é fazer uma avaliação médica, com exames clínicos, análise do histórico familiar e dos objetivos com o esporte. Além disso, é essencial que o novo corredor tenha auxílio de um professor de educação física para montar um treinamento específico.

Após a avaliação médica, é hora de escolher roupas e tênis adequados, que também podem ser recomendados por profissionais. “No momento da avaliação, o profissional de educação física também pode detectar o tipo de pé e pisada do aluno e orientá-lo quanto ao melhor modelo e marca”, conta o professor de educação física Eduardo Cruz.

Já para as roupas, é recomendado o uso de trajes leves que permitam a troca de calor com o ambiente. “Se a prática da atividade acontecer durante o período noturno em rua com movimento de veículos, a roupa deve ter material refletivo para que o atleta fique mais visível aos motoristas. Quem é iniciante também deve buscar locais planos para a prática esportiva e evitar os horários que a intensidade do sol é maior”, sugere Cruz.

Com avaliação física, tênis e roupas adequadas, a corrida já pode ser praticada. E para quem está começando a correr, a dica de Cruz é iniciar os treinos de duas a três vezes por semana, priorizando os alongamentos e o aquecimento antes de começar. “O alongamento é essencial antes e depois da corrida. Após alongar todo o corpo deve-se fazer de três a cinco minutos de aquecimento, com uma caminhada progressiva até chegar a um trote ou a corrida”, afirma.

Segundo Cruz, os períodos de trote ou corrida devem ter no máximo de 15 a 20 minutos, com o praticante alternando entre um minuto de corrida e um minuto de descanso ativo (caminhada). “Após quatro semanas de treino, o aluno pode passar a fazer corridas com o ritmo mais forte e longo”, sugere.

Apesar do início difícil, principalmente para quem é sedentário ou está com sobrepeso, com força de vontade é possível praticar a corrida. É o caso da psicóloga Tânia Cislinschi, que passou cinco anos fazendo apenas caminhada. “Todo começo é sempre difícil, você acha que não vai conseguir se superar. Corria 60 metros e já sentia o coração disparar, desanimava, mas nunca desisti, até porque via pessoas com disposição e persisti”, conta Tânia, que hoje corre até quatro vezes por semana e já completou uma prova de 12,5 km.

Corrida x Alimentação

Quem vai correr também deve cuidar da nutrição. Antes da atividade física é aconselhado à ingestão de alimentos com carboidrato, que fornecem a energia que será gasta durante o exercício físico. Pão branco, arroz, macarrão, milho, batata, mandioca e mel são alguns dos alimentos ricos em carboidrato. A hidratação também é necessária e nada é melhor que a água, que deve ser tomada durante o treino.

Para quem insere a prática da corrida no dia a dia, os ganhos não ficam apenas na perca de peso, na boa forma física e um corpo mais bonito. A saúde e o bem-estar também são beneficiados pela atividade física. “Até o humor e o sono mudam para melhor”, afirma Tânia. 


























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Mooncup agora no Brasil: coletor menstrual é reutilizável, antialérgico e econômico, uma nova opção para a mulher de hoje



Fabricado em silicone macio, o coletor é prático e higiênico uma alternativa sustentável aos absorventes

São Paulo, 9 de fevereiro de 2012 – A mulher brasileira já pode contar com uma nova alternativa aos absorventes tradicionais: o coletor menstrual Mooncup acaba de chegar ao Brasil para oferecer conforto e conveniência.

O coletor funciona como um recipiente de fluxo menstrual. Em vez de absorvê-lo, ele o retém para ser, então, descartado. Depois, basta lavá-lo e reutilizá-lo. O produto dura dez anos o que, em se tratando de custo-benefício, torna-se muito mais atrativo que os absorventes.

Outro atrativo do Mooncup é o menor impacto no meio ambiente. Cada mulher utiliza, durante toda a vida, cerca de 11 mil absorventes. Multiplicando este número pela população feminina brasileira, é fácil imaginar o grande impacto ambiental – tanto do descarte como da produção industrial.

No entanto, as vantagens do Mooncup não param por aí: a saúde íntima da mulher não é afetada com o seu uso. O produto, desenvolvido com silicone medicinal hipoalergênico, evita ressecamento, fungos e infecções na flora vaginal, além de ser ideal para mulheres com pele sensível e que tenham algum tipo de alergia de contato. Inserido corretamente, o Mooncup é confortável e permite que mulher realize todas as suas atividades normalmente.

Como utilizar - O Mooncup deve ser dobrado e inserido na vagina – quando então se abre para receber o fluxo. Ele se fixa numa região mais abaixo do que os tampões. A cada quatro ou oito horas é necessário esvaziá-lo e enxaguá-lo para que possa ser reutilizado. Após cada ciclo menstrual, o coletor pode ser higienizado em água fervente. É possível medir o  fluxo menstrual porque o produto vem com marcador em mililitros.

Disponível em dois tamanhos (A e B), o Mooncup não é indicado para mulheres virgens e para quem apresenta problemas ginecológicos que impeçam a utilização. Para as mulheres que tiveram parto natural e as com mais de 30 anos, o tamanho indicado é o A. Quem tem menos de 30 anos e teve parto por cesariana, o tamanho indicado é o B. O produto vem com manual de instruções, acondicionado numa charmosa e ecológica sacolinha.

Mooncup é vendido exclusivamente pela internet, no site www.oi-girl.com.br , o preço sugerido é R$ 99.




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Dia Mundial do Câncer tem lançamento de livro




Obra “Paciente com câncer: Um guia para quem acabou de receber o diagnóstico” relata como compreender a doença

No Brasil, estima-se o surgimento de 100 mil novos casos de câncer entre os anos de 2012 e 2013.  Sociedades de especialidades médicas alertam para a importância do diagnóstico da doença no estágio inicial como forma de garantir o sucesso do tratamento e até mesmo a cura da doença.


Com o objetivo de ajudar quem acabou de receber o diagnóstico da doença, o livro“Paciente com câncer: Um guia para quem acabou de receber o diagnóstico”, de autoria do diretor científico do Instituto Oncoguia, Dr. Rafael Kaliks, da presidente da ONG, a psico-oncologista Luciana Holtz e do médico oncologista Dr. Auro Del Giglio, foi lançado na semana do Dia Mundial do Câncer, dia 04 de fevereiro.  

O livro, publicado pela Editora Manole, tem 19 capítulos que abordam temas como a dificuldade em lidar com o diagnóstico de câncer, a falta de conhecimento sobre como começar a enfrentar a doença, o medo de indagar todos os fatos relativos à enfermidade – sentimentos comuns entre pacientes recém diagnosticados. 

A obra fornece informações básicas e necessárias para que o paciente possa entender um pouco mais sobre o câncer em geral e todas as suas formas de tratamento, incluindo as principais novidades. “Quisemos abordar princípios de tratamento – cirurgia, tratamento sistêmico, radioterapia, aspectos relacionados à nutrição, psicologia, cuidados familiares e o que pode e o que não pode ser feito ao longo do tratamento. Todo nosso esforço está focado em permitir que o paciente não se sinta sozinho e desamparado, e para que possa passar pelo tratamento com a melhor qualidade de vida possível”, afirma Rafael Kaliks.  

“Receber o diagnóstico de câncer não é fácil pra ninguém, mas acontece a todo o momento e com muitas pessoas”, afirma a presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz. A psico-oncologista avalia que, por mais difícil que possa ser o tratamento, é válido lembrar que o objetivo máximo na oncologia é proporcionar a melhor chance de retomar uma vida normal, e mesmo quando a doença não pode ser curada, proporcionar uma sobrevida longa e com qualidade. “A verdade é que na maioria das vezes, a ciência e os cuidados com base em uma abordagem multiprofissional nos permitem atingir estes objetivos nos dias de hoje”, completa. 
A obra está disponível para venda por meio do portal http://www.editoramanole.com.br e para versões e-book para tablet.

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Pele Oleosa: saiba quais cuidados podem melhorar o excesso de brilho



Saiba como controlar a oleosidade e quais são os tratamentos dermocosméticos indicados
Brilho excessivo, cravos e espinhas são as principais características e incômodos relatados pelas mulheres que possuem pele oleosa. Cuidar deste tipo de pele e mantê-la livre do brilho excessivo não é tarefa fácil, principalmente, quando a acne também aparece no rosto, no peito, nas costas e contribui para acabar com a auto-estima de qualquer uma.

O que caracteriza a pele oleosa, segundo a farmacêutica e cosmetóloga, Sheila Martins Ferreira Gonçalves, é a produção excessiva de sebo feita pelas glândulas sebáceas, porém, a oleosidade não esta necessariamente ligada à pele acneica. “A oleosidade pode estar presente na pele seborreica e na acneica. A diferença é que a acneica possui cravos e espinhas e a seborreica tem excesso de brilho”, explica. “O aumento de oleosidade remete a sensação de sujeira, e isso, é um dos maiores incômodos nas mulheres”, completa.

Esta oleosidade, segundo a farmacêutica, é mais presente na adolescência e já pode aparecer a partir dos 12 anos de idade, quando a menina entra na puberdade e as alterações hormonais começam. “A oleosidade é mais comun na juventude, porém, pode permanecer até a fase adulta. Automaticamente, a pele vai ficando madura e a partir do envelhecimento, após os 40 anos, a glândula sebácea diminui e a oleosidade se normaliza”, afirma. 

A universitária Beatriz Barbosa Libonati Silva, de 20 anos, começou a notar a oleosidade excessiva no início da adolescência e os tratamentos para controle do brilho, desde então, só aumentaram. “Não tenho espinhas, mas tenho cravos. Para diminuir os efeitos da oleosidade, consultei um dermatologista que receitou sabonetes, cremes, géis, protetores solares oil free e hidratantes”, explica.

Após seguir as prescrições médicas, Beatriz notou melhoras, no entanto, o cuidado com a pele é diário. “A aparência da pele melhorou, principalmente pelo uso de protetor solar e pelas limpezas de pele, mas oleosidade tem tratamento, não cura. Não é possível ficar um dia sem cuidar dela”, afirma.

Tratamentos
Para cuidar da pele oleosa o primeiro passo é saber qual o tipo de oleosidade a pele tem, acneica ou seborreica. Após esta análise, os tratamentos devem ser indicados e acompanhados por especialistas.
De acordo com Sheila, os tratamentos mais usados são os de cosmetologia, geralmente em gel. “Hoje, o que há de mais novo é a tecnologia das micro-esponjas, que são pequenas esponjinhas com capacidade para absorver o óleo da pele por até 7 horas. Após a aplicação do produto, seu efeito é de secar a pele imediatamente e a sensação de oleosidade diminui”, afirma.

Para contribuir com uma limpeza eficiente é necessário um conjunto de ações, que englobam três passos de purificação – tecnologia das micro-esponjas, tônico adstringente e gel hidratante. “O tratamento é em longo prazo e em casos mais sérios também podemos utilizar cápsulas de zinco, que ajudam no controle da oleosidade”, explica.

Oleosidade x Roacutan
Quando todos os tratamentos para pele oleosa já foram feitos e os resultados não foram satisfatórios, à intervenção que ainda divide médicos e especialistas, é o uso de medicamentos orais a base de isotretinoína ou, como é conhecido, Roacutan.
O medicamento é eficaz contra a oleosidade e a acne, pois diminui o tamanho das glândulas sebáceas e se torna permanente na maioria das pessoas, fazendo com que a oleosidade diminua e as espinhas não voltem a aparecer. Em alguns casos, elas podem voltar em quantidades mínimas. “O Roacutan gera insegurança nos pacientes, pois apresenta efeitos colaterais, por isso, cada caso deve ser analisado isoladamente e todo tratamento deve ser acompanhado de exames e médicos”, explica Sheila.

A bancária Nataly Santos tentou tratamentos convencionais, porém, o resultado satisfatório aconteceu apenas depois de tomar Roacutan por seis meses seguidos. “Antes de iniciar o tratamento passei por exames médicos específicos e todo o processo teve apoio de um dermatologista. Além disso, uma vez por mês fiz exames para saber qual era a situação da minha saúde”, explica.

Entre os efeitos colaterais da isotretinoína estão o ressecamento das mucosas nasal, bucal, genital e ocular, má formação fetal, aumento de colesterol e triglicérides, alterações nas enzimas hepáticas, queda de cabelo, entre outros. No caso das mulheres, é imprescindível que testes de gravidez sejam realizados antes de iniciar o tratamento e durante o uso do remédio. Todo o tratamento deve ser acompanhado por dermatologistas. 

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Como identificar, criar e empreender



*Por Daniel Wjunski
É possível ver surgindo cada vez mais novas e novas startups. O conceito de empresas de internet e empreender estão intrínsecos na geração Y. Porém, mesmo com tanta vontade de crescer e vencer, é preciso levar uma série de circunstâncias e etapas em conta.
Pensando nesse exponencial crescimento de ideias que surgem aos montes, relaciono abaixo algumas dicas que podem auxiliar os jovens empreendedores a criar e alavancar as startups.

1. Ideias consistentes: Boas ideias surgem constantemente, no entanto, é preciso que seja consistente, que haja um fundamento. Não basta ter uma boa ideia, ela precisa ser tangível, se adequar à realidade do empreendedor.

2. Olho no mercado: Temos uma ideia e ela é viável para a execução. Agora é hora de pensar no mercado. Qual será seu diferencial? Como será o modelo de negócios? Como espera conquistar o público? Esse mercado é realmente exponencial? Essas são apenas algumas das questões que devem ser abordadas antes de tudo.

3. Encontre um gap: Após o estudo do mercado, foque naquele ponto que é mais promissor. Encontre uma necessidade e passe a ofertá-la, que automaticamente a demanda virá. Muito além da escolha do nicho, deve vir o nicho do nicho. Segmentar é cada vez mais preciso.

4. Ter um propósito: Acredito que esse seja o fator principal para qualquer empreendedor. É preciso ter algo muito além de uma boa ideia e um mercado a ser explorado. O propósito para empreender, o propósito para levar o negócio à frente é o que move tudo. Essa paixão é primordial para qualquer executivo que queira ter sucesso na startup. É preciso ter uma ligação muito maior com o tema.

5. Coragem e determinação: Esse é um ponto crucial na hora de decidir se a ideia sai ou não do papel. Acima de tudo, mesmo com um propósito forte, é preciso ter coragem e determinação para colocar tudo em prática, assumir os riscos e acreditar no projeto.

6. Um passo de cada vez: É importante que o empreendedor saiba colocar limites no desenvolvimento do projeto. É preciso que todas as etapas sejam desenvolvidas. Mesmo que a ideia seja grande, divida o projeto em algumas bases para consolidar cada parte por vez.

7. Aproveite as oportunidades: Fique atento ao micro e macro ambiente em que sua startup está englobada. O bom empreendedor sempre está pronto para identificar as oportunidades e abraçá-las para alavancar o crescimento.

8. A importância dos sócios: É mais difícil encontrar bons parceiros do que uma boa ideia. E, os sócios são extremamente importantes para dividir responsabilidades, forças, e ter mãos confiáveis o suficiente para tocar todo o negócio.

9. Clareza e transparência: Esse é um ponto importantíssimo, não tentar ser oportunista. Trabalhe de maneira correta, um negócio correto e bem estruturado pode ser a chave do sucesso. Tenha clareza em todos os passos da startup, desde a ideia, encubação do projeto até o lançamento, e principalmente, com o cliente.

10. Conhecimento na operação: Conheça sua startup melhor do que qualquer um. Domine todos os processos, desde a logística até a operação. Quando se traz a operação para o ambiente interno, é possível ter maior conhecimento sobre tudo.

*Daniel Wjunski é sócio fundador do portal Minha Vida

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Belo Horizonte completa 114 anos!



No mês de dezembro, a capital mineira celebrará mais um ano de existência e oferecerá programação especial aos moradores

No mês de dezembro Belo Horizonte completará 114 anos! A cidade, que conta concentra mais de 2 milhões de habitantes e muitas histórias em seus casarões, na sua cultura e culinária, vai oferecer uma série de programações especiais para celebrar mais um ano de vida.

Os atrativos para comemorar o aniversário estarão espalhados pela cidade e os moradores e visitantes poderão conferir palestras, esportes, exposições, debates e shows. A programação completa da cidade estará disponível no início do mês de dezembro no portal da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio do link: http://portalpbh.pbh.gov.br  

Conheça mais sobre sua cidade!
Cercada pela Serra do Curral, reserva natural e referência história de Belo Horizonte, a cidade foi construída para ser a capital política e administrativa do estado de Minas Gerais. Os primeiros registros da exploração da região onde está Belo Horizonte hoje são de 1707. Quando estava prestes a completar 70 anos de fundação, a capital mineira já tinha mais de 1 milhão de habitantes.

Segundo o censo 2010 realizado pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Belo Horizonte é a 6ª cidade mais populosa do Brasil e ainda, foi indicada pelo Population Crisis Commitee, da ONU (Organizações das Nações Unidas), como a metrópole com melhor qualidade de vida na América Latina e a 45ª entre as 100 melhores cidades do mundo. Atualmente, a cidade tem o quinto melhor PIB (Produto Interno Bruto) entre os municípios brasileiros.

Belo Horizonte também é uma das capitais mais arborizadas do país, ganhando o título de “Cidade Jardim”. São aproximadamente 560 mil árvores, sem contar as que estão em parques da cidade e nas áreas de preservação. Aproveite o mês de aniversário da cidade e curta sua programação!

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Ano Novo... Vida Nova? Potencialize seus objetivos e mãos a obra!



obra!
*Por Roselake Leiros

No tempo da tecnologia, da informação, da consciência, pular sete ondas, guardar sementinhas ou simplesmente querer, não dá mais. É verdade que todos nós somos potencialmente capazes de realizar muito, mas também é mais do que sabido que para realizar, ser mais feliz no amor, ter mais dinheiro no bolso e saúde para dar e vender ou qualquer que seja seu objetivo, é preciso uma estratégia para realizar estas ações.

Para obter sucesso em todas as promessas que serão feitas na virada do ano é fundamental saber como alcançá-las. Para ajudar aqueles que desejam concretizar seus objetivos em 2012, a coach e especialista em comportamento humano, Roselake Leiros da CrerSer Mais, lista 10 sugestões para o sucesso em 2012:

Roda da Vida- Verifique como andam as realizações de cada área de sua vida, dando notas de 0 à 10 para elas: saúde, carreira, família, afetivo, espiritual, lazer, finanças e contribuição, por exemplo. Sugiro investir nas áreas mais deficitárias, pois o equilíbrio gera fluidez na vida. Faça uma lista dos seus objetivos para cada área e mãos a obra. 

O passado- Caso você não tenha realizado tanto quanto gostaria, avalie e aprenda com o seu passado para seguir adiante com sua melhor energia.  

Objetivo- Formule seu objetivo no positivo. Ele deve ser específico, mensurável, alcançável, relevante e ter tempo de realização determinado. Caso ele seja muito grande, e segmente-o.

Sonho- Antes de planejar sua realização sonhe ilimitadamente com isso. Deixe que sua mente se expanda, se abrindo a todas as possibilidades de realização.

Plano de Ação- Agora sim planeje, traga seu sonho para o agora e crie um passo a passo escrito, e só depois do primeiro esboço pare para avaliar tornando-o ainda mais alcançável.

Evidências- Sua mente precisa saber exatamente para onde vai levar você.  Portanto, imagine esta realização, viva esse momento como se fosse agora e perceba o que você vê, ouve e sente. Isso mostra que é a evidência concreta de que você chegou lá.

Sabotadores- Se perceber uma voz interna a fazer objeções ou uma sensação de desconforto é sinal que pode haver autosabotagem.  Nesse caso, você deve conversar com essa parte de você e expor a importância da realização. Negocie com ela respeitosamente e encontrem uma maneira útil de tê-la como aliada.

Bom senso- Perceba como esta realização afetará as pessoas importantes da sua vida. Se houver desarmonia com outras pessoas ou situações adéque o seu objetivo.

Motivação- Pergunte-se “Por que eu quero isso? O que isto me proporciona de tão importante que me faz caminhar todos os passos necessários para sua realização? Isso é o seu combustível.

Ações- Esteja comprometido a tomar todas as ações que forem necessárias para a realização. Desculpas e adiamentos não combinam com “realizar”.

Comemorar- Comemore a cada conquista intermediária e ainda mais na realização, você merece.
*Roselake Leiros é coach, palestrante especializada no comportamento humano, diretora da CrerSer Mais e autora do Projeto “Pai e Mãe nossos de cada dia”. É pioneira em coaching para crianças, master practitioner em PNL – Programação Neurolinguística, Constelação Sistêmica Familiar e instrutora credenciada pelo SENAI

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Saiba como tratar os indesejados vasinhos, microvarizes e varizes nas pernas



Especialista explica quais são os tratamentos indicados e quando se preocupar com a aparência dos vasos

Você já notou nas pernas alguns vasinhos vermelhos e até roxo? Se além de notar estas alterações também sente dores ou sensação de peso nas pernas é hora de buscar um diagnóstico com um especialista em angiologia. Estas marcas indesejáveis podem ser apenas um desconforto estético ou indicar alguma doença venosa crônica, ou seja, varizes.

Os vasinhos aparecem quando os vasos finos localizados na parte superficial da pele dilatam, devido a alguma pressão em suas paredes. Este processo causa o aparecimento dos ramos vermelhos e arroxeados. As microvarizes são pequenas veias salientes e de coloração esverdeada. Estas representam o início do aparecimento das varizes e alimentam os vasinhos.

Já as varizes são dilatações das veias superficiais das pernas que ocorrem devido ao enfraquecimento da parede da veia. Este quadro pode provocar dor, edema, cansaço, câimbras e sensação de peso nas pernas.  Entender o problema é simples. Quando o paciente fica em pé, o sangue das pernas deverá subir pelas veias pelas veias contra a gravidade, sendo impulsionado por um bombeamento que utiliza os músculos da panturrilha e do pé. Qualquer situação que aumente a pressão no interior das veias predispõe ao aparecimento das varizes

Segundo o especialista em angiologia e cirurgia vascular Charles Angotti, calcula-se que as varizes atinjam 20% da população, sendo três vezes mais freqüentes nas mulheres do que nos homens. “As mulheres têm mais predisposição devido a influência dos hormônios femininos como o estrogênio. Além disso, a incidência aumenta com a idade, principalmente se estiver associada a fatores hereditários”, explica. As profissões que exigem ficar muito tempo de pé ou sentado por várias horas são capazes de piorá-las. Outros fatores agravantes para quem sofre de varizes são o sedentarismo, a obesidade, o número elevado de gestações e o tabagismo. 

Quando o vasinho pode preocupar?
Os vasinhos são problemas estéticos, indolores e não causam problemas de saúde. O paciente que se incomodar com a presença e a saliência dos vasinhos pode procurar um especialista para indicar o melhor tratamento para rompê-lo. Para estes vasinhos existem dois tipos de tratamento, a Escleroterapia e o Laser.

A Escleroterapia é um método químico, conhecido pelo alto índice de bons resultados sendo utilizada há anos. “Consiste na injeção de um líquido esclerosante no interior do vaso e raramente traz complicações”, afirma Angotti. “A Escleroterapia é feita em consultório médico e o número de sessões varia de acordo com a quantidade de vasinhos e a resposta de cada paciente. Praticamente não existem restrições”, completa. Quem realiza a Escleroterapia deve ter alguns cuidados durante o tratamento, como não tomar sol nas pernas para evitar manchas.

Já o tratamento a Laser é uma fonte de luz intensa que emite um pulso sobre a pele. “O Laser é absorvido pelo vaso destruindo a sua porção interna. Só que ele não substitui totalmente a Escleroterapia e sim representa uma arma a mais no tratamento dos vasinhos”, explica Angotti.

Tratamento e cirurgia
O tratamento das microvarizes consiste na sua remoção por meio de uma cirurgia simples que pode até ser realizada com anestesia local e não necessita muitos dias de repouso. Nesta cirurgia as microvarizes são removidas através de pequenas punções e com a utilização de instrumentos em forma de ganchos, bem finos, muito semelhantes às agulhas de crochê.

Na maioria das vezes as incisões na pele são tão pequenas que não precisa dar pontos e quase não se percebe a cicatriz.  Já as varizes propriamente ditas ocorrem quando há progressão das microvarizes. A evolução é lenta, mas com o passar dos anos as veias superficiais atingem tamanhos bem maiores que o normal.

Existem ainda, os casos em que a veia safena também se tornará comprometida. “É geralmente neste estágio que aparecem complicações mais graves, como inflamação, sangramento, ferida e até trombose. Nestes casos a solução também é a cirurgia, sendo a técnica utilizada muito semelhante à das microvarizes, incluindo o tratamento concomitante da veia safena quando esta não puder ser preservada”, explica Angotti.

Recuperação
Antigamente a recuperação era mais lenta e dolorosa. Hoje, no entanto, todo o procedimento é realizada de maneira a causar o mínimo de trauma possível, fazendo com que os pacientes se recuperem o mais rápido possível. A recuperação pós-operatória completa varia de 1 a 2 semanas, podendo voltar as atividades habituais.





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Sexo na melhor idade: vida saudável garante libido



Para levar uma vida sexual boa e ativa não há limite de idade!

A ideia de que as pessoas vão perdendo o interesse sexual conforme ficam mais velhas é puro mito. O fato é que a freqüência sexual pode diminuir, porém, o desejo pelo sexo continua aceso, principalmente quando se tem uma vida saudável. A população está envelhecendo, porém a qualidade de vida para homens e mulheres com mais 60 anos vem ganhando cada vez mais espaço.

A boa notícia vem do clínico geral especializado em tratamento masculino Érico Delgado de Rolvare. “Libido e fertilidade independem da idade. Fatores como taxas hormonais, estresse e problemas de relacionamento entre os casais é que estão entre os principais inimigos do desejo sexual”, afirma. “O avanço da idade, claro, exige alguns cuidados. No entanto, fazendo um acompanhamento médico constante o homem tem mais chances de estar em dia com a saúde e detectar mais rápido o surgimento de qualquer problema”, completa Rolvare.

Devido à queda natural da taxa de testosterona, a libido do homem começa a diminuir entre os 50 e 55 anos, no entanto, observa-se que quedas hormonais mais precoces também podem ocorrer devido a fatores como estresse, má alimentação, insônia, falta de atividade física, tabagismo, alcoolismo e o uso abusivo de medicamentos. Já no caso da mulher, o interesse sexual pode diminuir antes, pois há alterações hormonais e a menopausa.

Para Rolvare, um casal só manterá uma vida sexual ativa durante a terceira idade se ambos estiverem dispostos para discutir o assunto e falar seus desejos. “Não adianta apenas uma das partes desejar ter uma vida sexual ativa e a outra fazer por obrigação. A decisão deve ser dos dois para que haja satisfação mútua”, afirma.

Sexo x Saúde
Um dos problemas mais temidos entre os homens é a disfunção erétil e com o passar da idade esta preocupação torna-se ainda maior. De acordo com Rovalre, as causas mais comuns da disfunção erétil são de ordem psicológica ou de problemas de circulação. “Quem sofre de diabetes ou hipertensão pode ter problemas de circulação, o que consequentemente pode atrapalhar a qualidade das relações sexuais”, explica.

Embora já existam medicamentos para tratar problemas de ereção, a qualidade sexual só estará garantida, segundo Rovalre, se a saúde e a alimentação também estiverem em dia. “Homens e mulheres devem procurar um médico anualmente para detectar patologias ou acompanhar problemas de saúde”, afirma.

No caso das mulheres, a secura vaginal ou falta de lubrificação também preocupa, porém, é possível utilizar lubrificantes vaginais que imitam a lubrificação íntima para deixar a relação mais prazerosa. 

Para o clínico geral, um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, estresse controlado, sono revigorante, atividade física e acompanhamento médico regular é o caminho para a satisfação na vida sexual, sem limite de idade. “A grande dica para um casal é que a relação sexual faça parte do relacionamento em qualquer idade. Porém, deve-se cultivar a comunicação, a cumplicidade e o conhecimento mútuo dos parceiros para que a chama permaneça acesa durante o envelhecimento”, sugere Rovalre. 


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